1. DIVIDIR AS DESPESAS

Se ambos os cônjuges possuem renda, então é fundamental que seja feita uma divisão equilibrada das despesas no ambiente familiar. Essa prática vai garantir que nenhuma das partes se sinta injustiçada ou sobrecarregada com as responsabilidades financeiras do casal futuramente.

Um método simples de dividir as contas é cada um fornecer uma contribuição proporcional ao salário, ou seja, quem ganha melhor assume mais gastos domésticos. Nesse sentido, se o casal possui um rendimento mensal equivalente a R$ 10 mil, sendo R$ 6 mil por parte de um e R$ 4 mil de outro, então a contribuição será de 60% e 40%, respectivamente.

2. PRIORIZAR A QUITAÇÃO DAS DÍVIDAS

Quando você acaba de se casar, é normal ter que lidar com algumas dívidas geradas pela própria união, como as parcelas remanescentes da cerimônia e da festa de casamento, os custos com a viagem de lua de mel e o financiamento de uma casa, por exemplo.

Por isso, a primeira etapa para os recém-casados é identificar precisamente quais são as pendências financeiras do casamento e somá-las aos novos gastos do ambiente familiar, como a conta de luz, água, internet, gasolina etc. A partir disso, fica muito mais fácil cortar as despesas supérfluas e organizar um plano que priorize a quitação das dívidas importantes a fim de sair do vermelho.

3. FAZER UM BOM PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Um bom planejamento familiar não só facilita a estabilidade material do casal, como também ajuda a identificar quais são os custos fixos e variáveis no ambiente doméstico — incluindo aqui, por exemplo, as despesas com lazer, presentes ou mesmo problemas de saúde inesperados.

Para que as dívidas não saiam do controle, o ideal é que os cônjuges se reúnam uma vez por mês e coloquem na ponta do lápis, de maneira objetiva, as seguintes questões:

  • qual é a renda líquida de cada um;
  • quanto dinheiro foi guardado no último mês;
  • quanto pode ser gasto naquele mês;
  • quais são as prioridades financeiras da família em curto, médio e longo prazo.

Assim, ao comparar o seu planejamento atual com os registros dos outros meses, vocês terão uma ideia geral do quanto já foi conquistado e do que ainda precisa ser resolvido na vida financeira do casal.

4. MANTER UMA RESERVA DE SEGURANÇA

Que imprevistos acontecem, não é segredo para ninguém. Mas, dependendo do caso, vocês podem ter que desembolsar repentinamente uma grande quantia que não estava prevista no orçamento familiar.

A fim de evitar esse susto, uma saída eficiente é criar uma reserva de segurança assim que o orçamento do casal permitir. Além de ser uma garantia de que vocês estarão preparados para lidar com as surpresas financeiras, essa reserva pode ajudar a realizar alguns sonhos ou metas pessoais — como uma mudança de estado, especialização profissional ou transição de carreira.

5. DEDICAR PARTE DA RESERVA AO LAZER

Algumas ambições, como comprar um carro ou fazer uma viagem pelo mundo, exigem planejamento com antecedência e podem custar caro. Dessa forma, mesmo se estiver endividado com as contas do casamento, é muito importante que o casal dedique parte da economia mensal ao lazer e à realização de sonhos, sejam eles individuais ou conjuntos.

O valor mensal a ser guardado vai depender do combinado entre os dois: caso os seus objetivos exijam maiores investimentos, é possível que o casal tenha que cortar mais gastos para não comprometer o orçamento familiar.

6. REALIZAR INVESTIMENTOS

À medida que a vida financeira do casal for alcançando a estabilidade, uma boa dica é ir aplicando a renda extra para nutrir objetivos futuros, sejam eles uma viagem de férias, a compra de um imóvel ou uma aposentadoria confortável. Afinal, o objetivo é fazer com que o capital se valorize com o passar do tempo.

Mas mesmo quem nunca aplicou ou está só começando no mercado financeiro pode encontrar algumas soluções de investimento atrativas. O Consorcio Avantors pode ser uma opção de investimento, fale conosco e saiba como funciona.